Fernando e Sorocaba acústico

fesacustico

Na noite de ontem, quinta-feira, em um estúdio em São Paulo, Fernando e Sorocaba gravaram um DVD acústico.

A gravação é uma surpresa para a grande parte dos fãs, que não estavam sabendo do projeto. No entanto, há uma explicação: o projeto começou totalmente diferente.

Acontece que a dupla, cada vez mais antenada na internet, estava com uma ideia de gravar um pocket show com canções novas, algo pequeno, e publicá-lo na rede sem lançar CD ou DVD da apresentação.

Só que a produção do “pequeno” show foi crescendo, o cenário foi crescendo, a ideia foi crescendo e acabou resultando em uma apresentação filmada em alta definição que, segundo palavras do próprio Sorocaba, pode ser até lançada em Blu Ray.

Apostando nas festas de fim de ano e nas férias, o DVD já deve ficar pronto na primeira quinzena de dezembro. O curioso da história, na verdade, é que o projeto é algo a parte, pois já existe um outro DVD programado para abril de 2010, com mega produção e tudo.

O repertório trouxe quatro músicas inéditas. O maior destaque, levando em conta o comportamento do público, pareceu ser uma música chamada “Celebridade”, que deve agradar quem gosta do estilo de “Bala de prata” e “Paga pau”.

O público, aliás, era formado por umas cinquenta pessoas, que tinham a função de colaborar para que o ambiente se tornasse mais intimista.

A gente sabe que vários artistas sertanejos já se aventuraram no formato acústico, principalmente no início dessa década, mas a produção feita ontem é algo inédito, só vendo mesmo para entender.

A gravação ainda teve o participação de João Neto e Frederico cantando “Delegada”.

O lançamento do trabalho também será feito de forma diferente, mas mais para frente eu volto contando mais novidades.

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Luiz Cláudio, da dupla Luiz Cláudio e Giuliano, anuncia o fim da dupla

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O cantor Luiz Cláudio, da dupla Luiz Cláudio e  Giuliano, contou ao Universo Sertanejo que a partir de 2010, ele e seu parceiro não seguirão mais juntos.

De acordo com o cantor, não houve desentendimentos mais sérios ou brigas, mas uma questão de incompatibilidade de ideias para o futuro da dupla.

Luiz Cláudio e Giuliano começaram a cantar juntos há 18 anos, após se conhecerem em um show da dupla Matogrosso e Mathias. Os dois trabalharam, anos mais tarde, na banda de Bruno e Marrone. Ao todo, gravaram 5 CD’s e 1 DVD.

O cantor pediu para que fosse repassado aos fãs uma mensagem, que vai abaixo.

“Em primeiro lugar, quero agradecer tudo que eles fizeram pela carreira do Luiz Cláudio e Giuliano, e dizer que só chegamos até aqui por que eles nos colocaram aqui, com apoio e com a presença nos shows, com as constantes mensagens, as visualizações no YouTube e no nosso site oficial.

Quero que todos saibam que estamos tomando essa decisão somente por motivos profissionais, seremos sempre como irmãos.

Quero muito que os fãs apoiem o Giuliano no projeto que ele escolher, da mesma forma que gostaria de poder contar com o apoio de todos no meu novo projeto que se iniciará em 2010, que já estou desenvolvendo com muito carinho e muita alegria, pois quero continuar retratando o sentimento de amor entre as pessoas através do meu canto, da minha música.

Conto com todos nessa nova caminhada, e que Deus possa retribuir por todo o carinho.

Com muito amor e gratidão,

Luiz Cláudio.”

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Especial: Rick e Renner falam do novo trabalho, PEC da música e do mercado atual

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A dupla Rick e Renner deu uma série de entrevistas ontem em São Paulo, com intuito de divulgar seu último trabalho, “Tudo de bom”, uma coletânea de 28 canções que conta com 2 músicas inéditas.

Bastante ligados com o que acontece no mercado, o papo se estendeu mais quando o assunto foi a PEC da Música, projeto que visa eliminar os impostos cobrados sobre CD’s e DVD’s, do qual Rick é um dos grandes apoiadores.

Nossa conversa acabou ficando mais focada no Rick, principalmente pelos assuntos ligados a direitos autorais, composições, mercado atual e etc.

As opiniões dele sobre o sertanejo de hoje são bastante interessantes, também.
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Universo Sertanejo: Por que uma coletânea agora?

Rick: A ideia da coletânea é da gravadora. Eles nos avisaram que iam fazer uma, então a gente mesmo pediu pra fazer, escolher repertório, eu fiz a produção. É uma coletânea diferente porque é mais bem cuidada, a gente ouviu os fãs pra escolher o repertório, eu cuidei das faixas.

As gravadoras as vezes fazem coletâneas e o artista não fica nem sabendo. Então a gente achou melhor cuidar dessa nossa, fica mais do nosso jeito. Aí tem músicas que provavelmente não entrariam se não tivesse a nossa participação. Além dos sucessos nossos, tem “Pra sempre te adorar” e “Tua palavra”, que são inéditas.

US: Se encaixar no mercado em meio a duplas que aparecem e somem a todo o tempo tem sido mais difícil? Foi preciso se adequar a um novo tipo de música para conseguir se manter com destaque?

Rick: Eu até concordo que aparecem e somem duplas, mas eu realmente me ligo mais naquelas que somem, é aquilo que chamam de jogar no erro dos outros. A gente pensa “aquilo eu não quero pra mim”. Artista que desaparece é o que não tem o galho certo. Hoje, ele grava um samba, amanhã, outra coisa, e acaba não tendo identificação com o próprio público. Eu vario bastante, ouso, mas a base do Rick e Renner continua sólida. Quando o pagode tava no auge, eu dei uma pitada em “Ela é demais”, mas se você for ver, o disco todo é sertanejo. A gente ousa, mas sempre com o pé no chão.

US: Qual foi a ideia do lançamento do CD “Bom de dança”, que só teve canções agitadas, nenhuma romântica, característica mais forte da dupla?

Rick: Quando eu comecei a produzir o Gino e Geno, me perguntavam por que eu não fazia um CD igual pra mim, e foi o que eu fiz, tanto é que logo, logo pode sair um número dois. O “Bom de dança” é um projeto especial, e como qualquer projeto que você faça, ele precisa de um trabalho em cima, e acho que a gravadora não abraçou a ideia, jogaram pro alto pra ver o que voltava. Não era pra ser como um trabalho comum de carreira.

US: E essa sua característica de música de duplo sentido é da época em que você assumiu a produção do Gino e Geno?

Rick: Se você parar pra analisar, tinha uma música no meu primeiro disco chamado “Tira a roupa”, que é um duplo sentido. Eu sempre brinquei com isso, mas o grande público conheceu mesmo esse meu lado brincalhão depois do Gino e Geno, que gravou muitas coisas minhas nesse sentido.

US: “Bebo pa carai” não deu vontade de gravar? Não tinha cara de sucesso pronto?

Rick: (risos) Essa música eu fiz pro Gino e Geno, sentei com o Pinnocchio e a gente fez. O pessoal não fala que comeu muito, fala que ‘comeu pa carai’, ‘que tá cansado pa carai’, então saiu o ‘bebo pa carai’. Eu gravaria, fácil, essa música, se tivesse gravando CD meu naquela época, mas a música poderia não funcionar com Rick e Renner, não é a gente que define isso, é o público. A música é a cara do Gino e Geno, tinha que ser com eles.

Quanto a essa questão de composições, nós já gravamos músicas maravilhosas e não aconteceu nada. O maior sucesso de uma música, pra mim, é quantas vezes ela foi regravada, e não quanto vendeu ou tocou na rádio. Tipo “É o amor”. Foi regravada por um número absurdo de gente, em outras línguas, até. Se o Zezé se preocupasse apenas em gravar sozinho, a música não seria o que é hoje. Eu não posso segurar uma música pra mim, pois as vezes ela pode não virar comigo. E ai?

US: Você é um dos artistas sertanejos mais engajados na PEC da Música. Enquanto uma parte dos artistas vai atrás da diminuição do preço dos discos, outra parte defende a distribuição gratuita. Como você vê esse cenário? Tem certo e errado na história?

Rick: Eu particularmente acho que a musica sertaneja é mais do que isso, muito maior do que isso que tá no mercado, muito maior que o sertanejo universitário. O sertanejo tem uma história longa, daqui a pouco faz um século. Nós somos adeptos de vender discos, e não só de viver de show. O que acontece, infelizmente, é que tem uma panela que acha que tem que viver apenas de show, que o mercado foi pro saco, já faliu, que não existe mais gravadora e pronto. O que o cara faz? Manda fazer um milhão de discos pra distribuir, monta barraquinha no show dos outros pra dar CD.

Nós, que somos de outra época, não podemos entrar nessa, isso desempregou muita gente. A gente vai em Brasília defender a PEC justamente pra que isso diminua, pra que a gravadora contrate um artista, invista nele, algo que já não existe mais. A partir do momento em que os preços forem menores, o mercado tem chance de voltar a se movimentar, as lojas de discos voltam a surgir. Não temos que aceitar uma situação nova, que não concordamos, simplesmente porque ela está aí.

US: A queda nas vendas te prejudicou como compositor, afinal, você está há uns 10 anos entre os mais tocados no país. Isso te faz mais engajado na PEC, não? Você chegou a pegar a época em que composição dava dinheiro?

Rick: Cara, uma coisa é você ser o número um, como eu fui por uns cinco anos, num mercado aquecido. Outra coisa é você ser topo num mercado que não tá funcionando. Na verdade, eu peguei o final desse mercado bom, uma fase boa, então deu pra eu ter um parâmetro de como a coisa mudou. A questão é que tem compositor que não canta, que vivia de composição. E aí, como fica?

US: A dupla atravessou os anos 1990, estamos chegando em 2010 e vocês continuaram com o trabalho num mesmo nível de 15 anos atrás. O que segurou a dupla durante as mudanças dos últimos anos? Ao que você credita o fato de não ter perdido destaque como várias outras duplas perderam?

Rick: Eu acho que o fato de compor foi fundamental. Eu faço questão de me manter antenado, mas eu não me vendo. ‘Tá rolando uma onda aí, agora a gente vai fazer só isso’. Eu não sou assim, eu acredito na música boa. O fundamental pra gente é que a gente faz nosso próprio trabalho, não fico totalmente dependente de outros compositores. Você, que consome meu trabalho, tá me comprando, tá comprando Rick e Renner, e não consumindo um produto que eu adequei.

E depois, tem a questão de seriedade. Antes de eu assumir a produção dos nossos discos, eu já ficava o dia inteiro acompanhando a produção. Quando eu assumi, piorou, porque se não tivesse bom, eu parava tudo. Tem um ditado assim: o que engorda a boiada é o olho do dono. E é isso. Eu não vou dar pro meu filho o melhor, o máximo, e é assim que funciona com nosso trabalho. Com isso tudo, você tem chances de levar a carreira de uma forma mais tranquila.

US: A diferença da formação musical de vocês dois tem alguma influência na música de vocês?

Renner: Na verdade, apesar de eu ter acompanhado toda aquela geração do rock de Brasília, minha família é de influência sertaneja. Apesar de gostar de outras coisas, foi natural começar a cantar sertanejo. O Rick vinha de outra dupla, teve um problema com o parceiro dele e eu aceitei o convite dele. Como eu também conhecia sertanejo, foi tranquilo.

US: Você identifica alguma dupla nova que possa manter o sucesso por anos e anos, como algumas da sua geração conseguiram?

Rick: É difícil… você mora com uma pessoa por vinte anos e não a conhece direito. Da mesma forma, você escuta uma dupla tantos anos e não conhece ela. Não posso dizer quem vai permanecer, mas tem gente boa aparecendo. Eu aposto muito em Zé Henrique e Gabriel, porque o Zé Henrique é um dos maiores compositores do Brasil, eles fazem o próprio trabalho, e a primeira e a segunda voz são muito afinadas. Aposto também numa dupla chamada Otávio Augusto e Gabriel, que não apareceu ainda como deveria aparecer.

Desse pessoal novo, Victor e Leo fazem um trabalho diferente. Se tiverem o pé no chão e a cabeça no lugar, vão conseguir se firmar nesse mercado sim. Da safra do Rick e Renner, eu aposto que todas vão continuar sendo ouvidas, Zezé e Luciano, Bruno e Marrone, porque são nomes que se preocuparam com a carreira. O ruim é que tem duplas, que eu não vou citar nomes, que tão se bandeando pra esse universitário, mas se o universitário acaba amanhã, os caras já vão ficar meio perdidos. Quem sabe o que quer, sabe onde pisa e pisa com força.

US: Você ouve as duplas novas? Ou ainda prefere ouvir apenas artistas antigos?

Rick: Não, eu escuto de tudo. Pelo fato de eu produzir, preciso saber sempre o que tá rolando, eu tô sempre ouvindo música. Eu ouço muita coisa de fora, também. Meu filho é jovem e traz muita coisa nova pra mim. Tem época, por exemplo, que eu gosto mais de mim do que músicas que tocam na rádio. Hoje, por exemplo, eu tenho gostado mais de mim. Nesse momento de agora, tá rolando muito dinheiro, todo mundo empolgado, todo mundo cantando no mesmo timbre, as músicas sempre com o mesmo tema, então hoje, com o que se apresenta por aí, eu prefiro ouvir coisas minhas mesmo.

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Os dez discos da década

Dez anos se passaram desde 2000, e por todos os sites e revistas começam a sair as listas de melhores, maiores e mais importantes discos ou artistas desse período.

Aqui não será diferente: vamos eleger os 10 discos sertanejos mais importantes do período compreendido entre 01/01/2000 até 31/12/2009, como sempre gostaram de fazer as revistas de música.

Não vai haver um esquema de votação, de disputa entre fã clubes, de corrida para ver quem fica em primeiro. A ideia é a de que haja um debate ao longo dos comentários desse post (do qual eu também vou participar), para que a gente tome a maioria das decisões em conjunto.

Caso você não consiga deixar o fanatismo de lado, é só tentar argumentar o porquê ou os porquês de determinado disco.

A principal característica da década foi o surgimento, a partir de 2004/05, de um movimento muito forte dentro da música sertaneja, chamado de “universitário”, após um início de década de bastante estagnação se comparado aos voluptuosos anos 1990. Nunca é pouco lembrar que a consagração de Bruno & Marrone e Edson & Hudson se deu nessa década, também.

Os discos atuais, vocês devem ter em mente, como “Grandes Clássicos Sertanejos”, de Chitãozinho e Xororó, o primeiro ao vivo de Victor e Leo, que revelou a dupla, “Palavras de amor  ao vivo”, responsável pela projeção nacional de César Menotti e Fabiano, o projeto “Meu reino encantado”, do Daniel, e mais dezenas de outros lançamentos de todas as outras duplas.

Os importantes do começo da década, para citar apenas dois exemplos, foram o “Acústico” de Bruno e Marrone, de 2000, que virou tendência e teve sua fórmula adotada por quase todas as duplas, e o também “Acústico” de Edson e Hudson, que apresentou a dupla nacionalmente, lançado em 2002.

A discussão está a aberta e vai até meados de dezembro. Não vamos nos fechar em torno de critérios pré-estabelecidos, pelo menos por enquanto, para que argumentação fique mais livre.

Lembrando que um álbum pode não ser um primor no que diz respeito a qualidade musical, mas sua importância pode ser superior a um extremamente bem feito.  E vice-versa.

Vamos começar?

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Promoções de fim de ano

Durante todo esse ano, algumas promoções marcaram aqui o Universo Sertanejo. Nosso primeiro grande sorteio foi o de 100 pares de ingressos para a gravação do DVD de Leonardo, lá no começo do ano.

Em seguida, vieram kit’s de César Menotti e Fabiano, CD’s de Eduardo Costa, DVD’s de Zezé di Camargo e Luciano e vários outros prêmios que movimentaram bastante aqui nosso site.

A boa repercussão dessas promoções acabou gerando uma agradável surpresa: as promoções de fim de ano com prêmios um pouco diferentes.

Alguns grandes sorteios serão realizados durante os meses de dezembro e janeiro, como um agradecimento de minha parte a vocês, que fizeram o site tomar as proporções que tomou, e dos artistas, cada vez mais próximos do público dessa tal de internet =)

edippromo

A promoção que tem início hoje é um presente do cantor Eduardo Costa. Na verdade, são dois presentes:

Um violão autografado e um iPod Touch, iguais a esses da foto acima.

Para concorrer aos prêmios, que serão dados separadamente, basta responder, nos comentários desse post, a um quiz não muito difícil sobre o novo trabalho do cantor.

O sorteio será feito no dia 15 de dezembro, e apenas entre as pessoas que acertarem todas as respostas, ok?

-Qual o nome do último álbum de Eduardo Costa?

1- Cada dia eu Te Quero Mais
2- Tem Tudo a ver
3- Pele, Alma e Coração

-Neste último disco lançado, quantas músicas são de autoria do cantor?
1- Três músicas
2- Cinco músicas
3- Nenhuma música

-Qual o nome da recente música lançada pelo artista?

1- Eu Aposto
2- Juro que te Esqueço
3- Não Valeu Pra você

- Qual o nome da dupla que participou recentemente do álbum de Eduardo Costa com a música “Juro que te Esqueço”?

1- Zezé di Camargo e Luciano
2- Bruno e Marrone
3- Chico Rey e Paraná

- Quantas faixas tem este novo disco?

1- Doze
2- Dezesseis
3- Dezessete

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Rapidinhas…

-Daniel

O cantor está entre os indicados ao “Prêmio Extra de Televisão”, realizado pelo jornal carioca Extra, na categoria “Ator revelação 2009″, pelo seu trabalho na novela “Paraíso”.

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-Luan Santana

Amanhã, no Villa Country, acontece um coquetel de lançamento do CD/DVD do cantor Luan Santana.

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-Victor e Leo

Entrou em pré-venda o novo DVD da dupla Victor e Leo, “Ao vivo e em cores”, que deve chegar às lojas no dia 5 de dezembro (veja aqui).

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-Eduardo Costa

O cantor se apresenta, nessa semana, nos Estados Unidos. Serão três shows: Newark (Nova Jersey), Boston (Massachusetts) e Pompano Beach (Florida).

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-Show da virada

Foi gravado, na terça e quarta da última semana, o “Show da virada” da Globo, no Credicard Hall, em São Paulo, que será exibido na última noite do ano. O programa contará com um grande número de sertanejos, como Leonardo, Zezé di Camargo e Luciano, César Menotti e Fabiano, Victor e  Leo, Bruno e Marrone e vários outros.

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-Maria Cecília e Rodolfo

A dupla lançou, na semana passada, a canção “Se vira” ao lado do cantor Latino. Para ouvir, clique aqui.

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-Os 10 mais da década

Amanhã, aqui no Universo Sertanejo, começa uma discussão para que a gente possa escolher os 10 maiores discos sertanejos da década. Vai ser uma eleição feita por vocês e por mim. No texto de amanhã, vocês ficam entendendo como vai funcionar tudo direitinho.

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-Amanhã

Amanhã também começam nossas promoções de fim de ano, serão três promoções especiais =)

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-Chitãozinho e Xororó

A dupla esteve no Jô, na última quinta, e durante a entrevista foi exibido um trecho do filme “No rancho fundo”, de 1971, no qual os irmãos aparecem ainda bem crianças. O trecho pode ser conferido abaixo.

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Para se ver no sábado…

Sábado, todo mundo mais tranquilo, continuação de feriado para muitos…

Como anunciado aqui algumas semanas atrás, o apresentador Odair Terra entrevistou o cantor Felipe (Felipe e Falcão) e a entrevista rendeu algumas informações inéditas.

O programa, extenso, por isso postado hoje, pode ser conferido no vídeo abaixo.

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Clipe e recado novos de Eduardo Costa

O cantor Eduardo Costa lançou, essa semana, o clipe da música “Não valeu pra você”.

Durante a gravação, o cantor mandou um recado aqui para o Universo Sertanejo.

A mensagem, você pode ver abaixo. O clipe, logo depois.

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Esclarecendo: Victor e Leo na RedeTV

Diferentemente do que muita gente entendeu após notícia divulgada hoje em alguns meios de comunicação, a dupla Victor e Leo não terá um especial de fim de ano na RedeTV.

De acordo com a assessoria de Victor e Leo, o que haverá é a exibição, por parte da RedeTV, do DVD “Ao Vivo em Uberlândia” na noite do Reveillon. Os direitos de exibição do DVD foram adquiridos diretamente da Sony.

No último dia do ano, a dupla poderá ser vista também no “Show da virada” da Rede Globo, programa gravado essa semana em São Paulo.

Se houver novidades sobre o assunto, a gente publica por aqui. Amanhã, uma nota explicando o assunto será divulgada.

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Maria Cecília & Rodolfo cantam com Latino. Ouça!

A dupla Maria Cecília & Rodolfo gravou a canção “Se vira” ao lado de Latino.

O cantor, aliás, tem se aproximado bastante do meio sertanejo. Além de figurar como atração em diversos rodeios pelo país, já gravou ao lado de Bruno & Marrone, André & Adriano e está por trás da dupla Christian & Cristiano, que tem ganhando popularidade no estado de São Paulo com a canção “Fã”.

A canção “Se vira” pode ser ouvida abaixo. Ela já havia sido gravado por Latino em seu último trabalho.

Audio clip: Adobe Flash Player (version 9 or above) is required to play this audio clip. Download the latest version here. You also need to have JavaScript enabled in your browser.

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